Samsung Innov8
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Saiu no jornal de ontem uma matéria que mostrava quais são os sites que lançam descontos imperdíveis para as pessoas. O mecanismo desses sites é simples:
1) Haverá um desconto no site, normalmente ele dura de 24 horas a 48 horas.
2) Para ativar um desconto, deve-se atingir um número mínimo de usuários que compraram aquela oferta.
3) Se atingir e você ter comprado, é só aproveitar o desconto, se não, o seu dinheiro de volta, isto é, você não leva prejuízos!
Confira os sites que dão descontos! Não esqueça de fazer o cadastro para conseguir efetuar a compra!
Se você procura por preços baixos, utiliza o Google, mas há muitos outros sites que aparecem nos resultados que não são lojas virtuais, confira a minha página de pesquisa de produtos!
Vai uma dica para quem quer dividir as janelas dos aplicativos em um monitor/desktop rapidamente. Essa é pra quem trabalha com muitas janelas abertas e quer uma facilidade para arrumar as janelas de um modo fácil e é melhor ainda para quem tem monitor de 22 polegadas pra cima. O aplicativo se chama WinSplit Revolution.
Este programa é ótimo, para instalar e sair usando. As configurações padrões já atendem para quem utiliza de 2 a 4 janelas ao mesmo tempo. Para acertar o tamanho da janela é só fazer o comando CTRL+ALT+Numpad #.
Para ver as screenshots a versão animada é ruim mas dá para se ter uma idéia no vídeo e nas screenshots não animadas. Compatível apenas para Windows 2000, XP, Vista (32 e 64 bits). Utilizo também no Windows 7 64 bits e funciona normalmente.
O programa é freeware e eles aceitam doações.
Mais um post que veio a partir de uma conversa… Dessa vez foi com o meu amigo Adriano Ribeiro!
Como inovar em um mundo que tem mais de bilhões de anos de existência com uma infinidade de descobertas e invenções? É muito difícil, não só pelo fato de repente você não saber se o que você está fazendo já existe ou quando você não tem um financiamento para a uma área de inovação. Um exemplo que podemos tomar é do próprio post anterior, que muita gente fala sobre “redes sociais” sem mesmo citar o que é um MEME, dando vários outros nomes diferentes para algo que já existe. São realmente poucas as pessoas que detém um bom conhecimento sobre o assunto… mas vamos voltar a inovação!
De fato é que a inovação não precisa ser necessariamente uma novidade no mercado. Não sei quantas vezes reinventaram a roda, mas vivem descobrindo alguma nova utilidade para ela. Ela foi inventada a alguns belos milhares de anos atrás e a partir dela surgiram várias coisas como a roda dentada, que transfere a energia cinética para alguma outra coisa acoplada a ela. E também não só reinvenções que surgiram, mas estudos em cima da roda, que na matemática e na física é um elemento que até tomou uma outra forma (se girarmos diametralmente a roda, temos uma esfera). And so on…
Para ilustar para onde estamos indo: Google acha que com o Chrome OS é o futuro, já a Apple acha que é o iPad. Neste vídeo, em 0:07:39 mostra a convergência de aparelhos eletrônicos. Veja, que na verdade temos mais dois aparelhos (pelo menos) que faltam neste gráfico: o computador de mesa e o telefone “residencial” (digo, um passo anterior ainda aos celulares, sem contar os outros passos anteriores). Agora, tentem combinar com a sétima imagem deste post no Blog iTouchBR.
Do lado esquerdo, vemos que o computador “encolheu” para ficar algo mais leve e assim mais fácil de se locomover com ele, e assim se tornou um laptop/notebook. E “logo em seguida” temos mais uma “encolhida” do laptop para ficar mais leve ainda, mas com poder de processamento menor e leva o nome de netbook.
Do lado direito, vemos que o telefone se tornou móvel, dando para levar para qualquer lugar para falar, levando o nome de celular. Do celular, ainda temos um passo não apresentado que é o smartphone, que é celular, mas com muitas funcionalidades de organização pessoal (agenda, e-mail…) e internet (depois de muito tempo, o 3G). O celular cresceu um pouco, levando a internet 3G (que necessita de uma operadora de celular) e aí sim, temos os tablets como sendo quase que o personagem principal pelos próximos anos (deste post).
Quando lançaram o iPod, todos se perguntaram o por que dele ter feito tanto sucesso se já existia mp3 players. Quando Steve Jobs falou do iPad, as pessoas perguntaram pra que ele servia, se tem as mesmas funcionalidades de um netbook.
Resposta? Usabilidade e mobilidade.
Cada vez mais estamos caminhando para dispositivos que facilitem nossa vida no dia-a-dia e que sejam simplesmente práticas. A Apple tem essa visão é mais uma vez ela está sendo pioneira. Deveria ser um exemplo a ser seguido.
Há uma música que diz:
I studied silence to learn the music
(artista: Nightwish, álbum Century Child, música “Dead To The World”)
E é nisso que me inspirei para escrever este post depois de uma conversa com um grande amigo (Lucas Picoli) enquanto fazia companhia para ele no ponto de ônibus.
É que há muita, mas MUITA literatura sobre redes sociais e mídias sociais por causa do alto uso de mídias sociais como o Orkut e Twitter aqui no Brasil (cerca de 6h20 segundo vídeo da Agência Click), com muito das coisas já “meio que” predefinidas “a rede social funciona assim”, “a rede social na internet é desse jeito” e pronto. Até dando uma procurada no Google, nenhuma grande referência (entenda-se por alguém que é bem conhecido) escreveu sobre isso – pelo menos até a produção do post. E dessa conversa, gostaria de compartilhar com vocês do que saiu dela…
…a conversa com este meu amigo me levou à algumas perguntas…
…Você já reparou que:

Essas perguntas foram levantadas quando eu e este meu amigo estávamos conversando sobre os anônimos.
Ser anônimo é simplesmente não ter nome. Quando nos referimos aos anônimos às vezes vamos um pouco além, dizendo que até a própria pessoa ou a personalidade dela não é conhecida. Com essa definição em mãos, vemos pelo “reparou que nº1″ não precisamos saber necessariamente o nome de uma pessoa para poder conversar, certo? É o que acontece nas mídias sociais. Por mais que tenha um “Caco” lá, quem garante que sou eu mesmo? Apenas a minha personalidade (histórico de postagens ou informações gravadas no site como o IP talvez?).
Continuando, assim podemos ter um bando de anônimos conversando entre si. Veja que o “reparou que nº2″ acontece direto na internet. Enquanto escrevo aqui, há outros 2.599.599 atualizando um blog (mesma fonte: Agência Click). A quantidade de conversas mesmo que sejam monólgos como o blog ou salas de bate-papo, fóruns, lista de e-mails, twitter, google wave ou seja lá o que for, apesar de estarem em um meio que se registra as mensagens, você não consegue e nem é capaz de absorver essa quantidade de informação. E de repente essa informação já pode ser totalmente obsoleta e não condizer com a personalidade atual da pessoa.
Tentamos não passar muito dos “últimos 3 meses” para uma pesquisa de opinião/satisfação, pois muito mais que isso não reflete a real opinião sobre você ou da sua marca. Até dizem que “o tempo cura (…)”*.
Também tem vários artigos dizendo em “como camuflar a sua identidade na internet”. Veja que, por mais que você camufle, a sua personalidade é que vai estar lá, seja ela real ou uma criação sua – que nada mais passa de uma “exteriorização do verdadeiro eu”. No final das contas, você está mais exposto do que você imagina.
Mas não se preocupe, isso não é relevante para a grande maioria das pessoas. Não interessa a vida de uma pessoa que você não conhece, pois “Deus de a vida para cada um cuidar da sua”. E mais, se você esconde alguma coisa dos seus amigos ou coisa do tipo é porque você deve… e todos sabemos que “quem não deve, não teme”.
A preocupação sobre as nossas próprias informações é justamente o “reparou que nº3″, que é o que todos nós esperamos: que a informação se propague (4. você já reparou que às vezes nós esperamos que a pessoa saiba do que estamos falando?). Não queremos que fofoquem da nossa vida. Pois nossa vida é composta de muitas experiências… sejam elas engraçadas, tristes, notícias, fofocas, piadas, memes…
É basicamente uma unidade de evolução cultural (escrita, falada, melódica, capacidade física, valores) que pode alguma forma autopropagar-se, o que leva a uma outra característica: fácil de aprender (fonte: Wikipedia). Sabe o Mário? [Que Mário?] – isto é um exemplo de MEME. E podemos ver a evolução disso… Sabe o Mário? [Não... mas você deve conhecer o Cunha?!].

Na própria fonte que passei do Wikipedia sobre MEMES fala sobre como a transmissão é feita. Resumidamente, a transmissão só é feita quando é gerado um sentimento sobre aquilo. Assim como só conseguimos gravar uma coisa na nossa memória quando um sentimento muito forte está ligado a ele (tem coisas que a gente nunca esquece não é mesmo?). E dessa maneira, naturalmente passamos para frente em uma conversa. Como a internet é um meio extremamente rápido, às vezes o “passar para frente” de algo que nos chamou muita atenção adquire uma dimensão inimaginável (os chamados “virais”) e às vezes até acontece mutações no caminho (versões “funk carioca” de um vídeo, como por exemplo o do “Tapa na Pantera”, Ioiô filmes).
E assim, com nenhum termo novo ou algo semelhante, temos as “raízes” para fazer um “marketing viral” ou atuar nas mídias sociais.
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Uma piada que surgiu da conversa foi “Você conhece o Anon?” e eu retruquei “Ah, non sei não!” (veja que é uma variação do “Você conhece o Mário?”)
“Tipo assim”, reparou que utilzei vários memes no post?
*ps. letra de muitas músicas… um MEME de vários autores e ao mesmo tempo de nenhum.
Cuidado com o que vocês veem ou leem por aí.
Já faz um tempo que a Kaiser lançou uma propaganda do “maior teste cego do país”. O teste feito tem o objetivo de saber qual é a melhor cerveja (entendenda isso por: qual cerveja tem melhor gosto).
Chequem o vídeo:
“Kaiser, essa é gostosa!”. Tanto quanto as outras, pois tanto o ator como a própria pesquisa (ou teste, como eles mesmos falaram) diz que é empate técnico.
Há a preferência de marca? Não há dúvidas, como podemos ver no site deles (www.testedascervejas.com.br). O que nos leva a pergunta: Por que consomem mais uma marca, atualmente a Skol, se a pesquisa deu empate técnico? São várias as respostas e trabalhos (acadêmicos ou não) sobre isso. Mas o relevante aqui é que a diferença do teste para o nosso dia a dia é que vemos o rótulo da garrafa antes de tomarmos a cerveja. O que nos leva a uma conclusão: bebemos com os olhos e não com a boca.
Na verdade o teste só confirma que o brasileiro, em geral, não tem uma alta sensibilidade no paladar. E realmente são poucos os que conseguem diferenciar as sutilezas do sabor de uma comida ou de bebida. E estes poucos ganham salário em algumas empresas alimentícias ou do ramo de bebidas.
Muitas vezes vemos testes e pesquisas em vários meios (televisão, jornal, revistas, internet…), mostram-se os gráficos e tabelas e uma conclusão a partir daquilo. Desconfie! Às vezes não falam como a pesquisa foi feita, quando foi feita, não deixam claro quem que fez. Às vezes pegam uma pesquisa para publicar e marketeiam o resultado de uma forma ao favor da marca ou simplesmente tiram uma conclusão errada sobre aquilo.
Parabéns a Kaiser que mostrou a pesquisa publicamente de cabo a rabo.
Normalmente essas métricas são confundidas pois os leigos realmente acham que é a mesma coisa, pois na verdade não sabem como que a coleta de dados é feita. Veja que uma peça publicitária pode ter 3 cliques e no site termos apenas 2 visitas vindas desta nossa peça. Isso é porque nem todos os usuários que clicam carregam o seu site – no caminho, o usuário pode fechar a janela. Assim como pode ocorrer ao contrário, termos 3 cliques e 6 visitas.
As visitas que são contabilizadas pelo método de tagueamento (ainda escreverei um artigo sobre log x tag analytics) deixam a informação de que você clicou naquele banner em um cookie que fica no seu computador. Aquele cookie é único, sendo um identificador de visitante único para aquele site. Assim, quando você volta a visitar aquele site diretamente (escrevendo o endereço ou clicando no link dos favoritos, por exemplo), em vez de ser uma visita com acesso direto, você acaba sendo contabilizado pela campanha do banner.
Como disse anteriormente, clique é clique. E esta métrica diz respeito a sua campanha online.
Visita te dá um número sobre a audiência do seu site. Veja, que pelo método de contabilização não podemos dizer que x visitas vieram da campanha tal (na verdade até podemos, mas soa falso e explico a seguir). Devemos dizer que x visitas foram impactadas pela campanha tal. Lembre-se que nem todo clique é convertido em visita ao seu site. Se voltarmos ao exemplo anterior, não podemos dizer que as duas visitas foram de um clique cada na campanha, de repente pode ter sido uma mesma pessoa que tenha entrado duas vezes e os outros 2 cliques não foram convertidos em visita. Também você pode se deparar com uma campanha antiga no seu relatório de web analytics que vai dizer: x visitas vieram da campanha tal, só que essa campanha não roda faz pelo menos um mês – e para explicar para o seu chefe que ainda tem gente vindo daquela sua campanha antiga?
Assim como em propagandas na televisão, revistas e em jornais, as propagandas da internet também marcam a pessoa. A diferença é que na internet sabemos por qual campanha aquela pessoa foi impactada a priori.
Temos números de cliques e números de visitas. Esperamos que cada clique se converta em visita, isto é: 1 clique/visita. Se este número for abaixo de 1, quer dizer que a sua campanha está impactando os usuários o suficiente para eles voltarem ao seu site diretamente. Se for acima de 1, quer dizer que estamos tendo perdas de visitas da nossa publicidade para o site.
Não existe um “número de mercado” em relação a isso, porque cada site tem um tempo de carregamento diferente e ferramentas de contabilização diferentes.
Mas esta relação te dá pelo menos a informação de que: ou está tendo conflito de javascript (caso a sua ferramenta de contabilização seja baseada em tags) ou que seu site está demorando muito para carregar para o usuário (o suficiente para não carregar a tag do seu site). Acompanhe a taxa de rejeição da campanha e que na maior parte dos casos isso será verdade (uma alta taxa de cliques/visita e uma alta taxa de rejeição).